
Pedido de ajuda
Ela aciona a emergência em poucos segundos, sem precisar explicar nada. Dali mesmo pode registrar provas e ligar para a polícia, a Central da Mulher ou o SAMU.
Quando uma mulher em perigo pede ajuda pelo ProElas, as pessoas em quem ela confia e a central do município ficam sabendo na mesma hora.
Um aplicativo e uma central de atendimento para proteger mulheres em situação de violência no seu município.
A mulher, as pessoas de confiança dela, a central e a equipe de campo trabalham com a mesma informação, do pedido de ajuda até o fim do atendimento.
Para a mulher e para quem a protege, em iPhone e Android.
Acessada pelo navegador, para operadores, coordenação e gestão.
Para as equipes de campo, como a Patrulha Maria da Penha e a guarda municipal.
Juliana colocou a amiga Maria na sua rede de proteção. Numa noite, o ex-companheiro aparece e começa a ameaçá-la. Acompanhe o que acontece a partir daí.
Pelo aplicativo, de um jeito rápido e discreto. A localização dela vai junto com o pedido e continua sendo atualizada.
Maria recebe o alerta no celular. Na mesma hora, o pedido aparece no mapa da central, com som, para que ninguém deixe passar.
Ana, operadora da central, fica responsável pelo atendimento. A equipe inteira vê quem está cuidando de cada caso.
João, da equipe de campo, recebe o caso no próprio aplicativo, com a posição atualizada de Juliana, e sai para o local. A central acompanha o trajeto dele.
Maria mora perto e avisa que está indo. A central passa a saber onde ela está e consegue orientar cada pessoa envolvida.
Cada passo do atendimento entra no histórico. Juliana acompanha o andamento pelo app e a gestão passa a ter dados reais para planejar.
Situação ilustrativa, com nomes e dados fictícios. A duração de cada atendimento depende do caso, da distância e das equipes disponíveis no momento.
Muitas mulheres usam o ProElas com o agressor por perto. Por isso o aplicativo é simples de usar sob pressão e conta com recursos de discrição pensados para quem pode estar sendo vigiada.

Ela aciona a emergência em poucos segundos, sem precisar explicar nada. Dali mesmo pode registrar provas e ligar para a polícia, a Central da Mulher ou o SAMU.

Ela escolhe quem deve ser avisado quando precisar de ajuda, como a mãe, uma amiga ou uma vizinha. Essas pessoas recebem o alerta pelo próprio ProElas.

Antes de voltar para casa sozinha, ela avisa a rede. Se a chegada não for confirmada, a rede e a central são alertadas.

Ela registra uma ocorrência com fotos e áudio quando estiver em segurança e acompanha pelo app o que a central fez em cada caso.

Direitos, como denunciar, onde buscar acolhimento e telefones úteis da cidade. O conteúdo é publicado pela própria secretaria.
Em muitos casos, a primeira pessoa a chegar é alguém da família ou da vizinhança. Com o ProElas, essas pessoas fazem parte do atendimento.
Quem está na rede de uma mulher recebe o alerta dela no celular, vê onde ela está e pode avisar que está indo. A central acompanha tudo e continua sendo a responsável pelo caso, então a ajuda da rede se soma ao trabalho das equipes do município.



Operadores, coordenação e gestão usam o mesmo painel, direto no navegador. Os pedidos de ajuda chegam em tempo real e cada atendimento tem um responsável.
Telas reais do sistema, com dados ilustrativos.


Patrulhas Maria da Penha, guardas municipais e outras equipes de campo recebem os casos num aplicativo feito para elas.
O agente vê para onde precisa ir, conversa com a central durante o trajeto e registra o atendimento ali mesmo, com fotos. Quando volta para a base, o relatório já está com a coordenação.
Em casos de violência doméstica, quando cada pessoa age por conta própria, o tempo se perde entre ligações e recados. O ProElas organiza essa resposta.
O pedido de ajuda chega a quem pode agir, e a rede de apoio da mulher trabalha junto com as equipes do município. Para a gestão, cada atendimento vira informação por bairro e por período, que ajuda a decidir onde investir e a prestar contas à população.
O ProElas pode ser adotado por um município sozinho ou em programas de enfrentamento à violência contra a mulher com o Estado e o Governo Federal. Cada município opera a própria central e cuida dos próprios dados.
Ajustamos o sistema à realidade do município: órgãos, telefones úteis e conteúdo do app.
Cadastramos operadores, coordenação e agentes de campo.
Capacitamos cada perfil com material ilustrado e acompanhamento da nossa equipe.
Ficamos junto nos primeiros plantões e seguimos com suporte depois.
A StarNorte Tecnologia e Projetos tem fundadores que trabalham com desenvolvimento de sistemas há mais de trinta anos e equipes no Rio de Janeiro, em São Paulo e em outras regiões do país. A mesma equipe que escreveu o código do ProElas cuida da implantação e do suporte nos municípios.
Conheça a StarNorteApresentamos o ProElas para a sua equipe e montamos com vocês um plano de implantação.
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